Pular para o conteúdo principal

Congresso Infâncias e Brinquedos de Ontem e Hoje.

10 A 13 DE OUTUBRO

www.portaldobrinquedouff.com.br


L’enfant du jouet contemporain (A criança do brinque-do contemporâneo)

Gilles Brougère

Gilles Brougère é professor de Ciências da Educação na Universidade Paris XIII. Dirige, na Universidade de Paris-Nort, o programa de formação em nível de terceiro grau, único na França, consagrado à brincadeira e ao brinquedo. É formado em filosofia e em antro-pologia, realiza desde o final dos anos 70 pesquisa sobre o brinquedo e sobre as relações entre a brincadeira, a educação e a pedagogia pré-escolar. Recebeu em 2002 o prêmio Brio Prize por seus diversos trabalhos sobre o tema brinquedos e brincadeiras. É autor de vários livros dentre eles: Jogos e Educação e Brinquedo e Cultura.

Infância e tempo: tempos de infância

Walter Kohan

Walter Omar Kohan é Pós-Doutor em Filosofia pela Universidade de Paris 8. Professor titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Brasil e da Funda-ção de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), recebeu, em 2008, o Prêmio “Cientista de nosso Estado” na área Educação. Publicou mais de cinqüenta arti-gos em periódicos especializados e é autor ou organizador de trinta livros, no Brasil e no exterior. Seus textos estão publicados em espanhol, francês, italiano, inglês, finlandês e húngaro, além do português. Entre 1999 e 2001 foi presidente do ICPIC (International Council for Philosophical Inquiry with Children).

Crianças: os dizeres e os fazeres dos adultos

Dominique Colinvaux

Dominique Colinvaux, graduada em Psicologia (Université de Genève, Suiça), mestre em Psicologia (ISOP Fundação Getúlio Vargas, RJ) e doutora em Educação (University of Reading, Grã-Bretanha). Professora da Faculdade de Educação da Universidade Fe-deral Fluminense e, desde 2008, Coordenadora Geral da Creche UFF, com estudos e publicações em Educação em Ciências e, mais recentemente, em Educação Infantil.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Carta para Piscila: Os filhos de ninguém são os filhos de Saul

Carta para Priscila: Os filhos de ninguém são os filhos de Saul                 No Brasil a LEI sempre pode justificar os meios e os fins. Para fazer, para não fazer. Para desdizer ou maldizer. Ouço que a Lei há em todo mundo, em todos os Estados – de direitos ou não.   E por isso sempre me questiono sobre a Verdade. Porque Lei e Verdade andam desde sempre juntas, para o bem ou para o mal. E será que vale à pena discutirmos o que é a Verdade? Será que estamos preparados para esta discussão ou será que estamos dançando no escuro, como se ainda estivéssemos na Caverna de Platão à espera da luz?                   Na Grécia Antiga era a Mitologia que explicava os acontecimentos, através de narrativas heroicas. Aquiles e Odisseu são heróis coletivos e fundadores. E o que mais importava naquele tempo era a narrativa, porque por ela se conhecia os homens. Pela narrativa chegávamos à fundação dos p...

Contando histórias para reencantar a escola.

A literatura tem na voz o seu meio de expressão e transmissão oral e, na escrita, por sua vez _ à mão e em letra impressa _ a garantia da permanência das sucessivas fases de um labor tradicional contínuo que perpetua através dos séculos e ao mesmo tempo a renova em cada elo das múltiplas correntes que dele derivam. Assim é que o suporte físico do papel tem contribuído para a “permanência da voz”. Mas por outro lado, nem a representação escrita nem a icônica conseguem aprisionar a voz. Ao contrário, renovam-na continuamente, emprestando-lhe novas cores, novas perspectivas, abrem-lhe novos caminhos que cada contador sabe traçar com sua percepção de co-autor dessa produção oral. É essa multiplicidade de vozes e letras que torna o texto tradicional semanticamente denso e quanto à forma, representativo de uma diversidade multifacetada que se revela por meio de marcas temporais, espaciais e socioculturais distribuídas na sua constituição literária. Oralidade, literatura e alfabetizaçã...

Projeto Político Pedagógico: Escola da Ponte, Porto, Portugal.

Projeto A Escola Básica da Ponte situa-se em S. Tomé de Negrelos, concelho de Santo Tirso, distrito do Porto. A Escola Básica da Ponte é uma escola com práticas educativas que se afastam do modelo tradicional. Está organizada segundo uma lógica de projeto e de equipa, estruturando-se a partir das interações entre os seus membros. A sua estrutura organizativa, desde o espaço, ao tempo e ao modo de aprender exige uma maior participação dos alunos tendo como intencionalidade a participação efetiva destes em conjunto com os orientadores educativos, no planeamento das atividades, na sua aprendizagem e na avaliação. Não existem salas de aula, no sentido tradicional, mas sim espaços de trabalho, onde são disponibilizados diversos recursos, como: livros, dicionários, gramáticas, internet, vídeos… ou seja, várias fontes de conhecimento. Este projeto, assente em valores como a Solidariedade e a Democraticidade, orienta-se por vários princípios que levaram à criação de uma gr...